Usina solar de solo de grande porte em um vale do cerrado, minutos antes do nascer do sol, com névoa entre as fileiras de painéis.

GERAÇÃO SOLAR · MOBILIDADE ELÉTRICA

Do sol ao
movimento.

Uma proposta para aproximar usinas solares de solo, infraestrutura de recarga e capital de longo prazo. A conexão começa com uma boa oportunidade.

UMA VISÃO PARA O PRÓXIMO MOVIMENTO
01 Geração solar de solo
02 Conexões com critério
03 Mobilidade elétrica
EXPLORE

Energia que gera possibilidades.
Conexões que dão direção.

GERAÇÃO + INFRAESTRUTURA + CAPITAL
UMA PROPOSTA EM ESTRUTURAÇÃO
LEIA NO SEU RITMO
Pular narrativa

Geração: Tudo começa com o sol.

A jornada começa na geração solar de solo. Localização, estágio e características da usina são o ponto de partida para compreender cada oportunidade.

Conexão: Critério antes da conexão.

Cada oportunidade passa por avaliação técnica e estruturação comercial. Analisamos o contexto da geração e da demanda para avaliar possibilidades de integração, caso a caso.

Mobilidade: Energia para o próximo passo.

A infraestrutura de recarga aproxima energia e mobilidade. Uma visão que considera o desenvolvimento dos projetos, os parceiros e as necessidades de cada região.

Usina solar de solo vista do alto ao nascer do sol em uma manhã limpa, com fileiras de painéis convergindo para o horizonte e o sol baixo sobre o cerrado.

01 — Geração

Tudo começa com o sol.

A jornada começa na geração solar de solo.

Localização, estágio e características da usina são o ponto de partida para compreender cada oportunidade.

Usina solar de solo em uma tarde limpa, com a subestação na borda do campo de painéis e a linha de transmissão seguindo em direção ao horizonte.

02 — Conexão

Critério antes da conexão.

Cada oportunidade passa por avaliação técnica e estruturação comercial.

Analisamos o contexto da geração e da demanda para avaliar possibilidades de integração, caso a caso.

Eletroposto contemporâneo ao amanhecer, com um veículo elétrico conectado ao carregador.

03 — Mobilidade

Energia para o próximo passo.

A infraestrutura de recarga aproxima energia e mobilidade.

Uma visão que considera o desenvolvimento dos projetos, os parceiros e as necessidades de cada região.

COMO O POOL SE ORGANIZA

Uma usina, um Estado,
um pool pelo Brasil.

Uma ilustração conceitual de como usinas e eletropostos passam a se relacionar dentro do pool CO2 Energy — e por que isso muda a conversa sobre depender de um único contrato. Iniciativa em estruturação.

PERSPECTIVA
ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS01 / 05
  • Usina solar de solo
  • Eletroposto
  • Eletroposto adquirido por investidor
  • Integra o pool
  • Relação no pool (contratual/conceitual)
  • LOCAIS PREVISTOS PELA PROPOSTA:CapitaisEstradasSupermercadosAcademiasShoppings
Ver legenda
  • Usina solar de solo
  • Eletroposto
  • Eletroposto adquirido por investidor
  • Integra o pool
  • Relação no pool (contratual/conceitual)
  • LOCAIS PREVISTOS PELA PROPOSTA:CapitaisEstradasSupermercadosAcademiasShoppings

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

01 — Incorporação

A usina entra no pool

Hoje, uma usina costuma depender de um contrato por vez. Ao entrar no pool CO2 Energy, a relação da sua usina passa a ser com o pool.

Alugar, negociar, cobrar e esperar o próximo cliente são tarefas de quem tem uma usina isolada. Na estrutura proposta, a usina é apresentada, avaliada e incorporada ao pool — e a linha tracejada representa esse vínculo, de natureza contratual, não um fio. Modelo e condições são definidos caso a caso, em estruturação.

Ilustração conceitual. A viabilidade de cada usina depende de avaliação individual; o cadastro não representa aprovação ou compromisso de contratação.

As marcas e linhas representam relações no pool, de natureza contratual e conceitual — não ligações elétricas. A entrega física da energia ocorre pela rede da distribuidora, conforme avaliação de cada caso. Posições, quantidades e localidades são ilustrativas e não representam ativos existentes.

Resumo da sequência

01 — Incorporação: A usina entra no pool

Hoje, uma usina costuma depender de um contrato por vez. Ao entrar no pool CO2 Energy, a relação da sua usina passa a ser com o pool. Alugar, negociar, cobrar e esperar o próximo cliente são tarefas de quem tem uma usina isolada. Na estrutura proposta, a usina é apresentada, avaliada e incorporada ao pool — e a linha tracejada representa esse vínculo, de natureza contratual, não um fio. Modelo e condições são definidos caso a caso, em estruturação.

02 — No Estado: Eletropostos no Estado da usina

Na estrutura proposta, a energia da sua usina passa a ser destinada, dentro do pool, a eletropostos espalhados pelo seu Estado. Pontos de recarga em locais de circulação — como capitais, estradas, supermercados, academias e shoppings — passam a ser a demanda do pool, e não um cliente isolado da sua usina. A entrega física da energia ocorre pela rede da distribuidora, conforme avaliação e condições de cada caso. Posições e quantidades no mapa são ilustrativas.

03 — No Brasil: Um pool pelo Brasil

Sua usina passa a fazer parte de um pool com várias usinas e muitos eletropostos espalhados pelo Brasil. O que acontece em um único Estado deixa de ser a única coisa que importa: a demanda vem do conjunto. Os pontos do mapa são ilustrativos — não representam usinas, eletropostos ou Estados atendidos, e sim a lógica de rede que a proposta busca estruturar.

04 — Investidor: O investidor entra pelos eletropostos

Investidores entram adquirindo eletropostos, que passam a integrar o mesmo pool da sua usina. Para quem gera, isso significa mais pontos de demanda na rede — sem que você precise ir atrás de cada um deles. Os eletropostos de investidores aparecem com o marcador em bronze; a relação deles também é com o pool.

05 — Estrutura: A dependência se distribui

Em vez de depender de um contrato por vez, sua usina se relaciona com um pool de muitos pontos de demanda. Na estrutura proposta, alugar a usina, cobrar cliente a cliente e esperar meses pelo próximo contrato deixam de ser tarefas suas; o pool concentra a demanda em locais de circulação — capitais, estradas, supermercados, academias e shoppings. O risco não desaparece: deixa de estar concentrado em um único contrato ou cliente. A viabilidade de cada usina depende de avaliação individual.

ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS01 / 05

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

01 — Incorporação

A usina entra no pool

Hoje, uma usina costuma depender de um contrato por vez. Ao entrar no pool CO2 Energy, a relação da sua usina passa a ser com o pool.

Alugar, negociar, cobrar e esperar o próximo cliente são tarefas de quem tem uma usina isolada. Na estrutura proposta, a usina é apresentada, avaliada e incorporada ao pool — e a linha tracejada representa esse vínculo, de natureza contratual, não um fio. Modelo e condições são definidos caso a caso, em estruturação.

ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS02 / 05

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

02 — No Estado

Eletropostos no Estado da usina

Na estrutura proposta, a energia da sua usina passa a ser destinada, dentro do pool, a eletropostos espalhados pelo seu Estado.

Pontos de recarga em locais de circulação — como capitais, estradas, supermercados, academias e shoppings — passam a ser a demanda do pool, e não um cliente isolado da sua usina. A entrega física da energia ocorre pela rede da distribuidora, conforme avaliação e condições de cada caso. Posições e quantidades no mapa são ilustrativas.

ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS03 / 05

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

03 — No Brasil

Um pool pelo Brasil

Sua usina passa a fazer parte de um pool com várias usinas e muitos eletropostos espalhados pelo Brasil.

O que acontece em um único Estado deixa de ser a única coisa que importa: a demanda vem do conjunto. Os pontos do mapa são ilustrativos — não representam usinas, eletropostos ou Estados atendidos, e sim a lógica de rede que a proposta busca estruturar.

ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS04 / 05

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

04 — Investidor

O investidor entra pelos eletropostos

Investidores entram adquirindo eletropostos, que passam a integrar o mesmo pool da sua usina.

Para quem gera, isso significa mais pontos de demanda na rede — sem que você precise ir atrás de cada um deles. Os eletropostos de investidores aparecem com o marcador em bronze; a relação deles também é com o pool.

ILUSTRAÇÃO CONCEITUAL · RELAÇÕES NO POOL, NÃO LIGAÇÕES ELÉTRICAS05 / 05

UF DE EXEMPLO · MINAS GERAIS (MG) · BASE GEOGRÁFICA: IBGE · POSIÇÕES E QUANTIDADES ILUSTRATIVAS

05 — Estrutura

A dependência se distribui

Em vez de depender de um contrato por vez, sua usina se relaciona com um pool de muitos pontos de demanda.

Na estrutura proposta, alugar a usina, cobrar cliente a cliente e esperar meses pelo próximo contrato deixam de ser tarefas suas; o pool concentra a demanda em locais de circulação — capitais, estradas, supermercados, academias e shoppings. O risco não desaparece: deixa de estar concentrado em um único contrato ou cliente. A viabilidade de cada usina depende de avaliação individual.

  • Usina solar de solo
  • Eletroposto
  • Eletroposto adquirido por investidor
  • Integra o pool
  • Relação no pool (contratual/conceitual)
  • LOCAIS PREVISTOS PELA PROPOSTA:CapitaisEstradasSupermercadosAcademiasShoppings
Ver legenda
  • Usina solar de solo
  • Eletroposto
  • Eletroposto adquirido por investidor
  • Integra o pool
  • Relação no pool (contratual/conceitual)
  • LOCAIS PREVISTOS PELA PROPOSTA:CapitaisEstradasSupermercadosAcademiasShoppings

Ilustração conceitual. A viabilidade de cada usina depende de avaliação individual; o cadastro não representa aprovação ou compromisso de contratação.

As marcas e linhas representam relações no pool, de natureza contratual e conceitual — não ligações elétricas. A entrega física da energia ocorre pela rede da distribuidora, conforme avaliação de cada caso. Posições, quantidades e localidades são ilustrativas e não representam ativos existentes.

DOIS CAMINHOS. UM MESMO HORIZONTE.

Onde a sua jornada
encontra a nossa.

Detalhe de módulos fotovoltaicos de uma usina solar de solo em uma manhã limpa, com o céu azul refletido no vidro e a estrutura metálica em primeiro plano.
01 / PARA QUEM GERA

Sua usina pode ser
o início de uma
nova conexão.

Apresente uma usina solar de solo, em operação ou em desenvolvimento. Queremos conhecer seu contexto e avaliar possibilidades de integração.

Apresentar minha usinaUma avaliação individual, sem compromisso de contratação.
Eletroposto contemporâneo ao amanhecer, com um veículo elétrico conectado ao carregador.
02 / PARA QUEM OLHA ADIANTE

Uma visão de longo
prazo para energia
e mobilidade.

Conheça a proposta que aproxima geração, recarga e capital. Uma conversa sobre projetos, critérios de desenvolvimento e construção de valor.

Conhecer a visão de investimentoConteúdo institucional. Não constitui oferta de investimento.

UM PAÍS DE POSSIBILIDADES

Cada região,
uma conversa.

O Brasil é o horizonte da nossa proposta. A localização da sua usina é o primeiro passo para avaliar uma possível conexão.

Selecione a UF de interesse. O mapa não representa uma rede de ativos ou locais em operação.

Sua próxima conexãoComeça onde o seu projeto está.
Apresentar minha usina
BRASIL / 27 UNIDADES FEDERATIVASBR
Explore o mapaBase geográfica: IBGE
Ver estados em lista

MÉTODO, ANTES DE ESCALA

Construir conexões
exige critério.

Uma sequência proposta para transformar informações em conversas bem fundamentadas.

  1. 01

    Conhecer

    Entender a localização, o estágio e as características do projeto.

  2. 02

    Analisar

    Avaliar o contexto técnico da usina e as necessidades da demanda.

  3. 03

    Estruturar

    Examinar possibilidades comerciais, responsabilidades e condições.

  4. 04

    Dialogar

    Compartilhar a avaliação e discutir os próximos passos com clareza.

NOSSA PERSPECTIVA

O futuro da energia
se constrói em conjunto.

A CO2 Energy nasce como uma proposta de conexão: entre quem gera energia, quem desenvolve infraestrutura e quem investe no longo prazo.

Conheça a proposta

PARA COMEÇAR COM CLAREZA

Boas perguntas.
Respostas diretas.

O que você precisa saber antes do primeiro contato.

01Minha usina precisa estar em operação?

Você pode apresentar uma usina em operação, em construção ou em desenvolvimento. O estágio será considerado na avaliação individual; o cadastro não representa aprovação ou garantia de contratação.

02Posso apresentar um projeto em qualquer estado?

A proposta recebe manifestações de interesse de todo o Brasil. A possibilidade de integração depende da localização, da distribuidora, das características do projeto e do modelo comercial a ser avaliado.

03Quais informações preciso ter em mãos?

Município, UF e estágio do projeto ajudam no primeiro contato. Potência instalada e geração média mensal são úteis, mas podem ser informadas posteriormente. Não pedimos documentos ou contratos nesta etapa.

04O cadastro garante uma conexão com eletropostos?

Não. O cadastro é o início de uma conversa. A viabilidade técnica e comercial precisa ser examinada para cada oportunidade, considerando também as condições da demanda.

05Como conheço a proposta de investimento?

Na página de investidores, você encontra a visão do negócio e os temas que orientam a avaliação. O formulário registra interesse em uma conversa; não constitui reserva, aporte, recomendação ou oferta de investimento.

06O que acontece depois do envio?

O formulário encaminha suas informações para contato@co2energy.com.br, para que a equipe conheça o contexto e possa responder. O cadastro inicia uma conversa e não representa aprovação, contratação ou compromisso de investimento.

O PRÓXIMO PASSO

Uma boa conexão
começa com uma conversa.